Brancos estão morrendo no Zimbábue e países africanos por serem… brancos

O Zimbábue que passa pela ditadura sanguinolenta de Mugabe (que é marxista e devota amor aos tempos de URSS), têm tido uma política de matança aos brancos fazendeiros.

Desde 1994, dos 40.000 fazendeiros brancos no Zimbábue, pelo menos 1.200 foram mortos brutalmente pelo motivo mais absurdo possível: eles são brancos. Sim, há uma política racista lá.

William Kekana, membro de uma gangue racista do Zimbábue proferiu a mais terrível frase: “Matei eles porque eram brancos.”

Kekana participou do horrendo “incidente” com a família Rawstorne, que consistiu na matança do bebê da família e da esposa de Clifford Rawstorne. E acredite se quiser: o bebê foi morto com um tiro na cabeça apenas com 1 ano de idade. Nem preciso falar que a esposa foi estuprada, além de outros membros da família.

Essas são algumas fotos de pessoas que foram mortas por mais gangues racistas como essa [+18]:

O The Telegraph já noticiou algo parecido, mas infelizmente não falou do racismo, ficou apenas com a parte das mortes sem explicar o real motivo.

Era no mínimo de se ESPERAR que num país africano, a igualdade entre etnias e raças pudesse existir após um longo episódio turvo na história africana: o Apartheid.

Essas são algumas fotos dos chamados “White Squatters” na África, tradução ao pé da letra de “Posseiro branco” dando a entender que os brancos donos das fazendas em que residem, estariam de forma ilegal lá. (o termo é usado amplamente pela grande mídia para velar o racismo).

Bem, então os que sobrevivem aos ataques ou os que não são atacados vivem numa boa vida? Não.

Os chamados “White Squatters” (que nada mais são que projetos de campos de concentração em pleno século 21) foram reportados no Daily Mail e o que foi mostrado foi estarrecedor: as condições sub-humanas em que estão vivendo são absurdas (algo que não seria tolerado com qualquer pessoa de qualquer etnia, origem, credo, cor, raça, etc).

Essa é uma mulher em sua casa num “squatter camp” na província de Munsieville, África do Sul.

Os “squatter camps” são completamente desprovidos de qualquer qualidade de vida para qualquer pessoa.

Há relatos de que famílias estariam vivendo com menos de $30 por dia.

Aqui uma criança olha desconfiada para a câmera, ela é residente desses “squatter camps” e passa fome.

Assim é por dentro de uma casa desses “squatter camps”:

Aqui, uma pessoa subnutrida. Alguns deles recusam o atendimento médico por ser muito caro muitas das vezes e acabam adoecendo:

De acordo com o The Telegraph que fez uma reportagem com moradores de lá, alguns já veem suas vidas acabadas aos 49 anos de idade, é o caso de Henrik.

Henrik tem 49 anos de idade e vive num desses “squatter camps” e diz: “Tenho 49 anos, estou velho demais para conseguir trabalho. Eu procuro, mas assim que eles veem minha idade dizem: “Desculpa, você está muito velho.” Algumas crianças são felizes, é raro ver isso, mas são. Eu não falo muito com elas, mas quando eu digo que não há dinheiro (para comprar comida, etc) elas aceitam isso. Mas é difícil, quero ser o melhor para elas.”

Arie, de 56 anos diz: “Se você vai para um hospital em Munsieville, eles não te ajudam, você terá que esperar até o amanhecer e talvez, só talvez eles poderão te ajudar. Todo mundo tenta ajudar todo mundo como pode, se você vê alguém mal e acha que pode ajudar, você tenta isso. Talvez esse seja algum lado bom daqui, no final, todo mundo é uma grande família e todos se ajudam.”

Leigh Du Preez que trabalha numa espécie de projeto africano para ajudar famílias pobres, diz: “Assim que eles veem sua “aplicação” (termo em inglês usado para quem procura trabalho) e veem que você mora nesses “white squatter camps”, eles te colocam para baixo, se torna difícil conseguir trabalho.”

Leigh completa: “Eles (pressupõe-se) nascem livres e deveriam viver bem aqui na África do Sul, isso parece justo?”

Há pelo menos 80 “squatter camps” como esse ao redor da África do Sul, não há eletricidade, não há água corrente, as casas tem chão de barro e há pelo menos 300 pessoas vivendo em “squatter camps” como esse, a maioria crianças.

E adivinha? A mídia mundial sequer fala sobre isso, para eles, falar em “racismo anti-branco” é loucura e coisas do gênero.

Vamos ver até quando isso vai durar.

 

Guilherme Wilbert

O sardento mais reacionário da internet. Twitter: @guiwde

4 thoughts on “Brancos estão morrendo no Zimbábue e países africanos por serem… brancos

  • Fevereiro 10, 2017 at 7:27 am
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    Que Deus ajude essas pessoas. Isso não é aceitável com qualquer grupo. Mas ainda por cima eles estão mexendo com o grupo errado.

    Para não falar besteira e nem ser muito grosseiro, acho que eles não aprenderam muito a lição do Egito com os Judeus.

    Já havia lido sobre o Zimbabue, inclusive que a economia por conta disso estaria completamente arruinada, mas jamais pensei que chegasse nesse nível.

    O nível dos filhos da puta é tão grande que os velhos eles deixam viver, mas os novos matam ou estupram.

    Na África do Sul então o silêncio da mídia certamente é maior ainda. Existe há tempos migração dos brancos para países como a Austrália porque lá são roubados, estuprados etc. E dos negros para países vizinhos, pois ainda existe a questão das tribos – que o “fim” do apartheid, que foi uma mentira, só piorou.

    Também não fazia idéia que chegava a ter campos de concentração deles.

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    • Fevereiro 13, 2017 at 6:10 am
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      GRUPO ERRADO???? Se fosse outra raça seria legal???

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  • Fevereiro 10, 2017 at 1:09 pm
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    A mídia esquerdista politicamente correta, jamais irá divulgar isto.

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  • Fevereiro 12, 2017 at 10:02 am
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    Bora trazer esses caras pra cá como refugiados, bicho

    Se o governo trouxe 10.000 refugiados islâmicos, pq não??

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