Se a esquerda fez genocídios, por que ela ainda segue sendo abraçada?

Essa é uma pergunta completamente difícil de responder assumindo que fazem questão de maquiar dados e esconder todas as vítimas indiretas de Karl Marx e cia.

Bem, para começar a dissecar esse assunto te convido a ler “A esquerda é amor?” , artigo onde você fará uma viagem para todos os países onde o comunismo passou e verá que o sentimento de “amor” da esquerda passa longe da ideologia deles.

No artigo de R. J. Rummel, “Marxismo: a máquina assassina”, é citado:

“No total, os regimes marxistas assassinaram aproximadamente 110 milhões de pessoas de 1917 a 1987.  Para se ter uma perspectiva deste número de vidas humanas exterminadas, vale observar que todas as guerras domésticas e estrangeiras durante o século XX mataram aproximadamente 85 milhões de civis. Ou seja, quando marxistas controlam Estados, o marxismo é mais letal do que todas as guerras do século XX combinadas, inclusive a Primeira e a Segunda Guerra Mundial e as Guerras da Coréia e do Vietnã.

E o que o marxismo, o maior de todos os experimentos sociais humanos, realizou para seus cidadãos pobres à custa deste sangrento número de vidas humanas? Nada de positivo.  Ele deixou em seu rastro apenas desastres econômicos, ambientais, sociais e culturais.

Os marxistas viam a construção dessa utopia como uma guerra contra a pobreza, contra a exploração, contra o imperialismo e contra a desigualdade — e, como em uma guerra real, não-combatentes também sofreriam baixas. Haveria um necessariamente alto número de perdas humanas entre os inimigos: o clero, a burguesia, os capitalistas, os “sabotadores”, os intelectuais, os contra-revolucionários, os direitistas, os tiranos, os ricos e os proprietários de terras.  Assim como em uma guerra, milhões poderiam morrer, mas essas mortes seriam justificadas pelos fins, como na derrota de Hitler na Segunda Guerra Mundial.  Para os marxistas no governo, o objetivo de uma utopia comunista era suficiente para justificar todas as mortes.

A ironia é que, na prática, mesmo após décadas de controle total, o marxismo não apenas não melhorou a situação do cidadão comum, como tornou as condições de vida piores do que antes da revolução.  Não é por acaso que as maiores fomes do mundo aconteceram dentro da União Soviética (aproximadamente 5 milhões de mortos entre 1921-23 e 7 milhões de 1932-33, inclusive 2 milhões fora da Ucrânia) e da China (aproximadamente 30 milhões de mortos em 1959-61).  No total, no século XX, quase 55 milhões de pessoas morreram em vários surtos de inanição e epidemias provocadas por marxistas — dentre estas, mais de 10 milhões foram intencionalmente esfaimadas até a morte, e o resto morreu como consequência não-premeditada da coletivização e das políticas agrícolas marxistas.”

Então, assumindo esses dados, por que ainda temos partidos políticos de ideologias marxistas ainda sendo disseminadas em faculdades ao redor do Brasil e jovens que poderiam estar lendo sobre liberalismo econômico (que até o momento, não fez um genocídio como esse) estão lendo sobre como estatizarem a economia e mais?

Na realidade, a esquerda é muito boa em fantasiar a sua ideologia nefasta, figuras como Stalin e Marx ainda servem como exemplos de heróis para a humanidade, e mais uma vez, te faço um convite para ler “Karl Marx: o embuste racista, desempregado, antissemita e beatificado pela esquerda“, onde é colocada em pauta a vida de Karl Marx e mostrada que ele não passou de um grande embuste cultural, o maior de todos, talvez.

A pergunta que não quer calar: por que a ideologia marxista ainda é disseminada livremente? Por que não conseguimos seguir o exemplo de países do Leste Europeu (que sofreram severamente na mão dos vermelhos) e banimos essa ideologia nefasta e sanguinolenta?

O que há no Brasil é uma espécie de ‘vista grossa’ para os regimes genocidas marxistas, isso se dá pelo avanço do globalismo e marxismo cultural (que já está entre nós), mas isso é assunto para outro artigo.

O que você precisa saber é que o marxismo cultural e gramscismo precisam necessariamente serem vistos como uma ameaça que já está entre nós, e não como uma ameaça que ainda vai chegar, porque, enquanto você ver jovens defendendo o PT, PSOL e gritando “Lula 2018”, tenha a mais pura certeza de que a parte cultural da esquerda vai muito bem.

Guilherme Wilbert

O sardento mais reacionário da internet. Twitter: @guiwde

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